quarta-feira, 9 de novembro de 2005

Recebi este texto via email, decidi por á vossa apreciação!!!


Desde que os americanos se lembraram de começar a chamar "afro-americanos" aos pretos, com vista a acabar com as raças por via gramatical - isto tem sido um fartote pegado! As criadas dos anos 70 passaram a "empregadas" e preparam-se agora para receber menção de "auxiliares de apoio doméstico".De igual modo, extinguiram-se nas escolas os "contínuos"; passaram todos "auxiliares da acção educativa".Os vendedores de medicamentos, inchados de prosápia, tratam-se de "delegados da propaganda médica". E pelo mesmo processo transmudaram-se os caixeiros-viajantes em "técnicos de vendas".Os drogados transformaram-se em "toxicodependentes" (como se os consumos de cerveja e de cocaína se equivalessem!); o aborto eufemizou-se em "interrupção voluntária da gravidez"; os gangues étnicos são "grupos de jovens"; os operários fizeram-se de repente "colaboradores"; e as fábricas, essas, vistas de dentro são "unidades produtivas" e vistas da estranja são "centros de decisão nacionais".O analfabetismo desapareceu da crosta portuguesa, cedendo o passo à"iliteracia" galopante. Desapareceram outrossim dos comboios as classes 1.ª e 2.ª, para não ferir a susceptibilidade social das massas hierarquizadas, mas por imperscrutáveis necessidades de tesouraria continuam a cobrar-se preços distintos nas classes "Conforto" e "Turística".A Ágata, rainha da música pimba, cantava chorosa: «Sou mãe solteira...»; agora, se quiser acompanhar os novos tempos, deve alterar a letra da pungente melodia: «Tenho uma família monoparental...» - eis o novo verso da cançoneta, se quiser fazer jus à modernidade impante.Aquietadas pela televisão, já se não vêem por aí aos pinotes crianças irrequietas e «terroristas»; diz-se modernamente que têm um "comportamento disfuncional hiperactivo". Do mesmo modo, e para felicidade dos "encarregados de educação", os brilhantes programas escolares extinguiram os alunos cábulas; tais estudantes serão, quando muito, "crianças de desenvolvimento instável".Ainda há cegos, infelizmente, mas como a palavra fosse considerada desagradável e até aviltante, quem não vê é considerado "invisual". (O termo é gramaticalmente impróprio, como impróprio seria chamar inauditivos aos surdos - mas o "politicamente correcto" marimba-se para as regras gramaticais...)Para compor o ramalhete e se darem ares, as gentes cultas da praça desbocam-se em "implementações", "posturas pró-activas", "políticas fracturantes" e outros barbarismos da linguagem.E assim linguajamos o Português, vagueando perdidos entre a «correcção política» e o novo-riquismo linguístico.À margem da revolução semântica ficaram as putas. As desgraçadas são ainda agora quem melhor cultiva a língua. Da porta do quarto para dentro, não há "politicamente correcto" que lhes dobre o modo de expressão ou lhes imponha a terminologia nova. Os amantes do idioma pátrio, se o quiserem ouvir pleno de vernaculidade, que se dirijam ao bordel mais próximo. Aí sim, um pénis de 25 centímetros é um "car**** enorme" e nunca um "órgão sexual masculino sobredimensionado"; assim como dos impotentes, coitados, dizem elas castiçamente que "não levantam o pau", e não que sofrem de "disfunção eréctil".

segunda-feira, 7 de novembro de 2005

É convosco que estou

Meus amigos, neste meu dia de aniversário, quero dizer-vos que é convosco que estou e que fico muito feliz por vos ter como amigos.



Muito obrigada pela vossa amizade e pelo apoio que me têm dado nesta fase tão difícil da minha vida. Aqui ficam estas flores para vós.



Adryka

Parabéns a você...


Parabéns querida Adry! Parabéns! :)

quinta-feira, 3 de novembro de 2005

Eu sou uma mulher Escorpião



A MULHER - A mulher de Escorpião tem uma beleza profunda, misteriosa. É atraente, orgulhosa e totalmente confiante. Mas tem uma mágoa secreta. Não nasceu homem. Esta perigosa mulher fatal pode ocultar o seu poder sob um sorriso trêmulo, modos gentis, e a mais angelical das vozes. Ela é capaz de odiar amargamente e de amar com um total abandono.

Esta mulher tem uma certa intimidade que você jamais tocará, uma parte de sua mente e alma que pertence somente a ela e onde ninguém entra. Ela não é falsa, com feito na maior parte das vezes é brutalmente sincera, mas haverá sempre aqueles pensamentos e sentimentos especiais que jamais confiará a você ou a quem quer que seja.

O natural interesse dela pelo sexo oposto pode dar-lhe tanta razão para ter ciúmes dela quanto ela de você. Talvez ela seja um pouco perigosa, mas é inegavelmente excitante

sexta-feira, 28 de outubro de 2005

Ajudar África sim... mas como?


Este ano tem sido pródigo em acções, campanhas ou concertos que têm alertado as consciências colectivas para os vários dramas que se vivem em África. Não podemos também ficar indiferentes ao que se passa nos conclaves espanhóis em solo africano. Mas o que podemos realmente fazer?

Todos aqui recordam concerteza o Live Aid em 1985 e a quantidade de ajuda humanitária que foi enviada para a Etiópia. Mas passados 20 anos, nada mudou. Aliás, a situação na Etiópia é ainda mais grave. Neste momento, a alimentação de 6 milhões de etíopes continua a depender de ajuda externa e por ano morrem cerca de 300 mil crianças à fome. De quem é a culpa?

Deixo aqui vários links (em inglês) que podem ajudar a um bom debate:

Africa Needs Entrepreneurial Spirit;

"For God's Sake, Please Stop the Aid!";

Why the Critics Are Wrong about African Aid;


Choking on Aid Money in Africa.

A conclusão, pelo menos para mim, parece óbvia: África precisa de ajuda sim, mas essa ajuda tem de ser bem planeada, bem aplicada, e de ser canalizada para o desenvolvimento de uma Economia de forma a atenuar e mesmo acabar com a dependência de ajuda humanitária. E os líderes africanos, como Mugabe precisam de ser responsabilizados, isolados e removidos do poder pela União Africana.

Em África, é a corrupção, o egoísmo e a tirania que sufocam e paralizam a economia e o desenvolvimento, provocando assim a fome, a miséria e a eterna dependência da ajuda externa.