terça-feira, 27 de dezembro de 2005

A Amizade




É o alicerce da existência.
Independente da idade.

É o caminho do amor.


De uma simples conversa,
Aprendemos sem mistérios,
A conhecermos as pessoas,
Com suas limitações e vocações.

Com o passar do tempo.
As coisas começam a mudar,
Cada um segue o seu rumo,
As obrigações começam a chegar.

O que parecia ser eterno,
Começa por desmoronar.
Só ficam gravadas as lembranças.
Como num filme a rodar.

Quando a saudade bater,
Vocês vão me escrever,
Eu na maior felicidade,
responderei com o maior prazer.

Como se fosse o único modo,
De estarmos tão longe,
E ao mesmo tempo tão perto,
Transformar a amizade em emoção.

Dedicado aos que me têm oferecido este nobre sentimento.

obs: Foto da net

quarta-feira, 21 de dezembro de 2005

Oração de Natal


Senhor, nesta Noite Santa,
Depositamos diante de tua manjedoura
Todos os sonhos, todas as lágrimas e
Esperanças contidos em nossos corações.
Pedimos por aqueles que choram
sem ter quem lhes enxugue uma lágrima.
Por aqueles que gemem,
sem ter quem escute seu clamor.
Suplicamos por aqueles que te buscam,
sem saber ao certo onde te encontrar.
Por tantos que gritam paz,
quando nada mais podem gritar.
Abençoa, Jesus-Menino,
cada pessoa do planeta Terra,
colocando em seu coração um pouco
da luz eterna que vieste acender
na noite escura de nossa fé.

Fica conosco, Senhor! Assim seja!

Pe Sérgio J. de Souza


Para todos, votos sinceros de Boas Festas.

quinta-feira, 15 de dezembro de 2005

Tréplica sobre os crucifixos nas escolas


Recebi da TMara um email sobre a questão dos crucifixos nas escolas, e que passo a reproduzir, porque me parece importante. Reproduzo também a minha resposta.


Amiga
Acabei de postar uma carta aberta em reposta ao teu comentário sobre a posição da Igreja e a retirada dos crucifixos das escolas. Ia enviar-ta directamente por e-mail, mas, face à matéria e às paixões k provoca, achei k podia abri-la a todos e de uma forma pessoal. Em 1ª mão aqui, para ti, o link sobre o meu pensamento nesta importante matéria e a carta aberta em k o expresso.
Beijos de luz e paz

http://estranhosdias.blogspot.com


Minha amiga, lamento ter causado um transtorno para ti, com o meu comentário.
Se me perguntares se gostei de o ver exposto, e com esse destaque, tenho a dizer-te que não, mas já está exposto, pronto.

Vou explicar-te, então, a minha opinião sobre os crucifixos. Acho, realmente, que não faz sentidos eles existirem nas escolas principalmente das cidades, onde as crianças nem sabem que ele lá está . Perguntei à minha sobrinha, que vive comigo se existia um crucifixo na escola ela disse que não. Mesmo admitindo que exista noutras escolas, duvido que alguém o respeite como tal. Assim sendo, não penso que faça algum sentido essa existência. Não tem sentido se a imagem nem respeitada é.
A disciplina de Religião e Moral devia servir para falar de Deus em todas as religiões, embora para a minha miúda seja irrelevante, pois ela é uma criança esclarecida sobre Deus e frequenta a Igreja. Acho porém que um professor, além de professor é pai (ou mãe) também, porque essa é visão que a realidade nos transmite diariamente. Interrogo-me como poderiam eles falar de Deus às crianças filhas dos outros se nem às deles falarão, na maior parte dos casos...
Hoje em dia o importante é dar todo o tipo de brinquedos aos filhos, ensinar todos os nomes da banda desenhada, nomes de toda a bonecada dos filmes, levar a ver jardim zoológico, mostrar os golfinhos levar as crianças , enfim, primazia ao divertimento. Entende-me, o divertimento e a aprendizagem das crianças é importante, mas igualmente importante é ensinar às crianças algo de importante sobre Deus, isso nada de nada. Mesmo acontecimentos de natureza religiosa, como o baptizado ou a comunhão, são usados por causa do impacto social que têm: festa, convidados. etc. Tudo sem que a simbologia religiosa e o significado superior dos actos sejam tidos em conta. De facto todo o comportamento dos pais e convidados, nestas alturas demonstrar que, na sua maioria esmagadora, nem sabem porque ali estão, pois a postura tomada durante o acto litúrgico é deveras triste, como tristes são as cenas que fazem, portam-se como quem está no supermercado de vestido novo. A criança faz a primeira comunhão e termina ali , tudo sobre a religião. Que povo é este ?!

Em resumo, os crucifixos não fazem qualquer sentido nas escolas, já os deviam ter tirado à muito, porque não são respeitados. Mas não posso deixar de te dizer que esta assepsia recente, em que tudo é inodoro, limpo, higienizado, vai acabar por ser pago com um preço enorme, em termos de despojamento de valores, de desprezo pelo próximo, de falta de identidade individual e colectiva. Tudo será à semelhança dos palácios do consumo moderno: massificado, comercializado, impessoal ... e triste.

Finalmente, quero dizer-te que defendo a autonomia das escolas e penso que se uma determinada comunidade pretender ser fiel à sua história, ao seu passado, aos nossos valores enquanto país de tradição católica, sem com isso colocar em causa os valores de outros pais ou alunos, não tem de ser o ministério, centralista, responsável pela homogeneização, que deve colocar em causa essa autonomia. Infelizmente, a ausência de simbolos religiosos, em vez de demonstrar o carácter laico do estado, representa, isso sim, a falta de comparência do sistema educativo na educação para os valores morais.

quarta-feira, 14 de dezembro de 2005

Carta ao Pai Natal - Francisco Louçã


Aviso:Não copiei o poema de ninguém, foi me enviado por email, por esse motivo é meu.
Não sou de esquerda e muito menos gosto do Loucã, achei piada ao email e decidi dividir convosco.


Isto não é uma carta!
É um manifesto. Um protesto. Uma petição
Assinada por dezenas de intelectuais
E outras pessoas que jamais
Se reviram numa festa
Bacanal
Orgia de oferendas
Dadas sem qualquer critério
E que perpetuam uma tradição
Caduca. Reaccionária. Clerical.
Que tu representas oh pai do natal.
Com esta petição pretendemos
Que a data seja referendada
Não imposta, decretada
Por um estado economicista e liberal
E que seja celebrada quando um homem quiser
Não à roda da mesa. Consoada.
Mas num portuguesíssimo arraial.

Assina: Francisco Louca

sábado, 10 de dezembro de 2005

Fazer bem...



A ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE SOLIDARIEDADE MÃOS UNIDAS Pe. DAMIÃO, também designada por MÃOS UNIDAS Pe. DAMIÃO – PORTUGAL é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS), reconhecida como Pessoa de Utilidade Pública.

A ASSOCIAÇÃO MÃOS UNIDAS Pe. DAMIÃO – PORTUGAL é uma Organização Não Governamental – ONG – de cooperação para o desenvolvimento e de ajuda humanitária. É uma organização sem fins lucrativos, apolítica e sem preconceitos raciais.

A ASSOCIAÇÃO MÃOS UNIDAS Pe. DAMIÃO – PORTUGAL é membro da Associação Europeia CERCLE – Cercle de Solidarité Follereau – Damien.

Porque somos pela vida, o trabalho da Associação Mãos Unidas Pe. Damião emerge do direito fundamental de todos os seres humanos a terem acesso a cuidados de saúde, independente da nacionalidade, religião, ideologia ou raça. Queremos dignificar o doente, esteja ele onde estiver.

Os conflitos étnicos, as catástrofes naturais, a guerra e as doenças provocam anualmente milhares de mortes em todo o mundo. Ao mesmo tempo, a pobreza, a exclusão social, os sem abrigo, a toxicodependência e a prostituição marginalizam taxas de população cada vez mais acentuadas. A ASSOCIAÇÃO MÃOS UNIDAS Pe. DAMIÃO – PORTUGAL, perante tais cenários, tem prestado uma ajuda humanitária, minorando assim o sofrimento das populações e reduzir as assimetrias sociais existentes, sobretudo nos países do terceiro mundo.

A ASSOCIAÇÃO MÃOS UNIDAS Pe. DAMIÃO – PORTUGAL nasceu da solidariedade e da vontade das pessoas em contribuírem de uma forma eficaz para o desenvolvimento de um mundo mais justo e mais humano. Sendo uma IPSS e uma ONG de ajuda humanitária e de cooperação para o desenvolvimento, tem como trave mestra a prestação de serviços de saúde, tendo, no entanto, como pilar, a luta contra as doenças da pobreza , também chamadas as doenças tropicais: Tuberculose, Lepra, Malária, Cólera, Poliomielite, SIDA.

Para além da nossa ajuda humanitária se dirigir além fronteiras, queremos também agir no nosso pais, lutando contra as situações de carência, exclusão social, Sem Abrigo, Deficientes, Doentes de SIDA, Crianças da rua e Crianças Orfãs.

É com esta firme vontade que queremos chegar a todos os portugueses para poder partilhar estes objectivos com todos os que queiram dar-nos as Mãos, porque e como dizia Madre Teresa de Calcutá: "Há uma gigantesca força que está a crescer no mundo, chama-se trabalho partilhado".
Podem saber mais aqui.

Contactos:

Rua Gomes Freire, 211 – A/B

1150-178 LISBOA

Telefone: 21351 57 20

Fax: 21 351 57 27

Site: www.maos-unidas.pt

E-mail:geral@maos-unidas.pt