sexta-feira, 1 de maio de 2009

Quero porque quero! Se não, sei que vou morrer...


Quem matou a minha alegria…Quem destruiu o meu coração…quem me fez despertar, para uma vida, cruel dura e fria…Não, não quero viver assim! Eu, quero voltar a ser "eu". Preciso de voltar a sonhar, preciso de voltar a sorrir , preciso de voltar a cantar, preciso de voltar a ver o lado bonito da vida, este lado feio que me mostraram não! Não quero.Preciso de perceber, que quem não sorri morre de solidão.Estou cansada, de me sentir culpada,de um pecado que não fiz...
Quero voltar a viver, quero esquecer os pedregulhos que colocaram no meu caminho, quero esquecer os lameiros que colocaram á minha volta. Quero voltar a ver rosas, quero voltar a sonhar e voltar a acreditar.
Não sou Santa nem demónio, sou apenas um ser humano que já sonhou!Quero voltar a acreditar, que no mundo existe gente boa e gente má. Quero acreditar de novo em mim, quero viver sem raivas, quero apenas poder voltar a sorrir.
Sei que vou conseguir,sei que vou…

sábado, 25 de abril de 2009

Apreendendo e testando, o que aprendemos...A minha Primeira Palestra.


Mais ou menos segura da minha tese...

Nunca é tarde para compreender que tudo o que fizemos, foi feito de forma errada. Não adianta assumir que erramos! O importante é conseguir mudar as nossas atitudes...
Experiência é o nome que todos damos aos nossos erros

domingo, 29 de março de 2009

Lágrimas da Terra.


Terra, trabalhada pelos Deuses,
Desenhada, esculpida por estas mãos...
Paraíso envenenado pelo pecado,
Castigado castrado pela fúria destas gentes!
Ventos que sopram sobre os mares,
Anunciando oceanos revoltados
E rios que choram... a ignorância dos humanos!
Correntes de tempestade, geram desgraça
Levam o suor do homem
E tanto trabalho desaparece...
E tu água, ainda cais abundande, límpida,
Vinda daquele monte...
Em breve, tornar-te-ás escassa
No nosso triste horizonte!
Seca de sonhos, seca de vontades
Assim, estarás...
E a lua...testemunha este teu triste fado,
Cantigas de embalar em teu doce trautear...
Estendo o braço e não te consigo tocar
Mas a tua luz,sim, a tua luz
Essa vai iluminar!

obs: Proibida a colagem.

Mais um poema da nossa autoria os "Gansos"
nome dado ao nosso grupo.
EFA 1/8, faz parte do Sarau de poesia
foi por nós declamado no auditório
da escola de formação Profissional do Mazagão.
Em 26 de Março.

domingo, 8 de março de 2009

O Silêncio..





Talvez...
Se eu quizesse, mudaria
E que tristeza a minha!
Talvez me vivessem sem eu cá estar,
Mas, adorei muito...
Portanto, vou fazer melhor
Para encontar a paz,
E quem sabe se vou acabar...
Se eu quizesse, mas não posso
Ferir a alma do meu amor,
Talvez um dia, quem sabe
E o impossível aconteça!
Mas o que seria da vida?
Não te quero magoar,
Serei tua parceira para sempre...
Um dia morrerei
Um dia serei mais feliz,
E agora que tudo terminou,
Tenho aquilo que o vento não levou!
Se eu fosse...
Mas deixasse todas as marcas,
Valeria a pena recordarem-me!
Quem sabe aonde pára,
E nasceria outra vez!
Talvez eu saiba quem tu és
Talvez eu me encontre a teus pés
Talvez viva para sempre,
Talvez o mundo sorria,
Talvez um dia, diga obrigado,
Talvez aprenda coisas melhores,
Talvez peque, talvez me arrependa
E quando chegar, será tarde...
Pois seria asssim, se fosse possível,
Se fosse possível assim seria...
Mas que duro vai ser
Eles viverem
E eu não ver...
E Sabe,
Se eu podesse renascer
Diferente haveria de ser
Sabe, enfim,
Se eu acreditasse, falava
Mas o silêncio
Suporta as verdades não ditas...
Porém, eu não estaria assim
Porém, continuarei a lutar!

Escrito na formação do Mazagão

sábado, 31 de janeiro de 2009

O casamento oficial, sim ou não!


Que sentido tem uma cerimónia exterior que não acrescenta nada ao nosso amor? Queremos um amor genuíno! Queremos um amor livre! Queremos um amor sem nenhum tipo de castração! Este modo de actuar parece-nos muito mais sincero. Não necessitamos de nenhum tipo de ataduras. Ataduras que cortam as asas da liberdade. Todo o raciocínio parece lógico. Não há fissuras nesta argumentação.

À primeira vista, o casamento significa uma perda de liberdade. Se uma pessoa decide casar-se, perde a capacidade de voltar a fazê-lo no futuro. Se a liberdade se entender somente como capacidade de escolha, sem dúvida que o casamento significa a perda dessa capacidade. Mas será que a liberdade é somente isso?

Hoje em dia, o casamento é uma realidade oficial, formal e sem muito valor. Um convencionalismo antiquado. Uma instituição que “acorrenta” com elementos objectivos e escravizantes uma relação subjectiva e livre. A liberdade fica “atada”. A liberdade fica “obrigada” no futuro. Não parece sensato introduzir elementos “coactivos” numa relação livre. Introduzir elementos objectivos numa relação subjectiva.

É uma visão simplista. Assim como a noz não é somente a casca, o casamento não é somente a sua cerimónia exterior. O casamento é um vínculo que se cria a partir da livre vontade daqueles que se casam. O “sim” que pronunciam transforma-os. É um “sim” que compromete, duas pessoas.Mas esse sim, passou a ser uma metáfora sendo que, mesmo que para uma das partes, o sim seja para todo o sempre,se outra das partes entender que quer terminar o vinculo! Tudo está facilitado, é só uma questão de assinaturas, para casar precisam de duas pessoas, para acabar com o casamento basta uma. Se assim é para quê casar?...