domingo, 20 de maio de 2012

Olá! Que saudades...







Cá vai uma receita para encantar a família...

Bacalhau confitado com molho de gengibre...

Modo de confecção

1.Numa caçarola, refogue a cebola, o alho, o pimento e os tomates no azeite e no óleo de palma. Junte o bacalhau e tempere com a malagueta e o gengibre. Adicione o vinho branco e deixe ferver e junte o leite de coco, o leite e deixe em lume brando até cozinhar o bacalhau. Rectifique o tempero.



2.Retire o bacalhau e reserve em local quente. Coe o molho do bacalhau por um passador fino e leve ao lume a reduzir um pouco.



3.Pique a cebola, os alhos e a salsa e junte à batata, acrescente o bacalhau e os ovos e envolva tudo, tempere com sal e pimenta.



4.Monte o bacalhau nos pratos, com um quarto de cebola grelhado, uma malagueta grelhada e duas batatas cozidas com pele. Regue com o molho e polvilhe com cebolinho picado.



quarta-feira, 4 de abril de 2012

Boa Páscoa ...

Não importa o que as outras pessoas falem de mim, o importante é que eu continuo a ser a pessoa que sempre fui, se mudasse! Deixaria de ser Eu. O único homem que nunca comete erros é aquele que nunca faz coisa nenhuma. Não tenha medo de errar, porque aprenderei a não cometer duas vezes o mesmo erro. "Apenas os idiotas não se contradizem."

domingo, 26 de fevereiro de 2012

Aqueles que se apaixonam sozinhos.

Comprovei que tudo que já foi escrito sobre o amor é verdade. Shakespeare disse: "as buscas terminam com o encontro dos apaixonados". Que idéia maravilhosa!! Pessoalmente, eu nunca passei por nada parecido com isso. MAs estou convencida de que Shekespeare já. Suponho que penso no amor mais do que deveria; admira-me o grande poder do amor em alterar e definir as nossas vidas. Shekespeare também disse que o amor é cego. Isso sei que é verdade. Para alguns, sem explicação, o amor apaga-se. Para outros o amor vai-se ... ou brota quando menos se espera, mesmo que seja só por uma noite. No entanto, existe outro tipo de amor. O mais cruel... aquele que quase mata as suas vítimas. Chama-se "amor não correspondido". E nesse tipo, sou experiente. A maioria das histórias de amor falam das pessoas que se amam mutuamente. Mas, o que acontece com os demais? E as nossas histórias? Aqueles que se apaixonam sozinhos? Somos vítimas de uma relação unilateral. Somos os amaldiçoados dos amantes, somos os não amados. Os mortos vivos, os deficientes sem estacionamento reservado..."